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Chegou a hora de conhecer o harrier, um dos líderes na lista de cães de caça mais populares da Grã-Bretanha. Ele pode ser fisicamente semelhante ao Beagle, entretanto seu parente mais próximo é o foxhound inglês – sendo que ele é uma versão menor da raça.

O harrier possui um olfato poderoso, o que hoje o qualifica como um dos melhores detectores de aroma da atualidade e também é isso que garante sua posição como um dos cães de caça favoritos. Entretanto, chegou a hora de conhecer tudo sobre este garotão! Vamos lá?

Origem do Harrier

A raça harrier foi criada no Reino Unido e seus desenvolvedores tinham como objetivo criar um cachorro que tivesse habilidade e fosse atlético o suficiente para conseguir caçar lebres em manada. Existe inúmeros mitos que rodeiam esta raça, entretanto, o primeiro grupo de harries que a história registrou data de 1260, o que torna a raça especialmente antiga. Embora não haja uma origem definida, pesquisadores e estudiosos afirma que ela seria uma versão menor do foxhound inglês que surgiu graças a reprodução seletiva.

O harrier foi levado para os Estados Unidos e se popularizou durante a era colonial também por seus dons de caça. Esta raça só foi reconhecida pela primeira vez em 1949 pelo United Kennel Club, depois em 1974 a Federation Cynologique Internationale também o reconheceu em 1974 e por último, a American Kennel Club em 1988.

Harrier

Personalidade

O harrier é conhecido por ser muito sociável, extrovertido e simpático, costuma adorar tanto pessoas quanto outros cachorros. Seu temperamento foi muito considerado durante o desenvolvimento da raça e por isso hoje ele é tão querido. Devido a reprodução seletiva hoje ele é muito amigável e sociável. Entretanto caso não seja socializado desde filhote é possível que acabe caçando pequenos animais – tanto domésticos quanto selvagens – devido a sua forte memória genética e instinto.

Vale ressaltar que cada cachorro possui sua própria personalidade que é moldada junto a sua criação e educação recebida unida às experiências vividas e também a genética herdada dos pais. Cachorros afetuosos geram filhos afetuosos. Porém, via de regra, o harrier é uma caça muito confiável e ótima como companhia. São muito fies e carinhosos, adoram estar junto com a família e precisam de atenção. Não gostam de ficar sozinhos por muito tempo.

São ideias para pessoas que vivem em casas e possuem uma alta exigência de exercícios físicos, por isso não é o ideal para pessoas sedentárias. Eles precisam de longas caminhadas diárias – que podem se tornar corridas – e também da prática de esportes. Caso viva em uma casa, precisa ter acesso a família e não é uma boa opção para cachorro de quintal. Ele é muito fiel e inteligente, aprendendo os truques com certa facilidade. Também é muito ativo e tem muita energia para gastar – por isso é tão importante a prática de passeios e caminhadas.

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Harrier: Saiba mais sobre esta raça de cachorro 2

Cuidados com o Harrier

Sua pelagem é curta e lisa, o que significa dizer que não precisa de muitos cuidados relacionados ao pelo. É necessário apenas que você o escove entre uma e duas vezes por semana para retirar os pelos mortos. Lembre-se de utilizar uma escova de borracha bem macia para não machucar sua pele. Além disso, os banhos só são necessários a cada dois ou três meses, precisando dar com maior recorrência apenas se ele se sujar.

Devido a sua grande energia, ele precisa de três a quatro caminhas por dia combinadas a pelo menos dois exercícios físicos com brinquedos ou até mesmo uma corrida curta. Caso ele não seja exercitado, é normal que comece a ficar estressado e ansioso, desenvolvendo comportamentos destrutivos que você com certeza não irá gostar. Por isso, caso você não tenha tempo para caminhar com ele diariamente, é importante que ou não o escolha como companheiro ou contrate um pet walker.

Ele também precisa de uma dieta de qualidade e balanceada, pode ser caseira ou através de rações secas. Também possui uma grande necessidade de água fresca e, é claro, de muitos brinquedos e uma cama confortável. Falando de saúde, ele é bem forte e possui tendência apenas para duas doenças, a abiotrofia cerebelar (ataxia) e epilepsia idiopática.

De resto, ele costuma viver muito bem. Entretanto, é importante que sejam feitas consultas com o veterinário de seis em seis meses assim como seguir o calendário de vacinação e o plano de desparasitação para que nenhuma patologia surja. Se surgir, ela será tratada rapidamente com um prognóstico ágil, aumentando a chance do cachorro viver. Sua expectativa de vida é de 10 a 12 anos.

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